Tenho medo do novo, porque não me confia segurança. Quanto menos me dá, mais exige de mim e eu não consigo privar-lhe de sentir-se seguro. Porque segura de mim, eu sou. De mim a mim, de mim para você, traço caminhos, rotas perdidas nas aspirações, selos que fecham as combinações. As cores, os lugares, os sons, as caras, os suspiros, as mágoas... tudo parece retroceder, voltar a aparecer. Ou me dá demais, que por melhor que seja, não consigo interpretar, quando se retira uma parte. Pedacinho que mim, que vai pouco a pouco, durante dias doendo até se recompor, se refazer. substituir a dorzinha insistente por uma vagamente onipresente.
é. esperar pra ver.
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